PROCURA-SE
Procurei o amor não achei,a paz também não estava lá,a timidez estava escondida
A violência estava em todos os lugares,a honestidade foi difícil mas encontrei estavano becos,a imaginação estava brincando com as crianças,a esperança com os
necessitados,a ordem e o progresso já não andam juntos,a desigualdade predomina
Quando estava indo embora a esperança me chamou:me espere vamos procurar o amor.
1 comentários:
os poemas do Diogo tem uma simplicidade que é ele próprio. Neste poema, a esperança é ele, a timidez é ele e principalmente, o poeta, é ele.
3 de dezembro de 2008 às 13:25Gosto dessa forma clara e limpa de escrever, sem palavras e situações rebuscadas. Estilo que faz falta hoje em dia.
abração, amigo
Eugenio
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